quinta-feira, 1 de março de 2012

Cervicalgia

A cervicalgia (dor na região cervical, o pescoço) é um sintoma referido pelo paciente, e que pode ser decorrente de vários tipos de lesões, como subluxações vertebrais, trauma ou compressão contínua e intermitente da raiz nervosa, infecções, inflamações, entre outras. A partir de tais lesões o organismo adota uma postura para compensar a dor, desenvolvendo regiões musculares tensas, rígidas e dolorosas.
Estas tensões geram inflamação da parte externa dos músculos, que por sua vez, agem sobre os nervos, provocando dor. Desta forma, a reação fibrosa no músculo dá como consequência imediata um encurtamento muscular, perda da eficiência do músculo, e restrição da articulação. Forma-se então o que se conhece por fibrosite (inflamação do tecido fibroso) que é caracterizado pela dor e rigidez em diversas áreas, mais comumente no pescoço e dorso, e ainda, pela formação de pequenos nódulos que são palpáveis e muito doloridos, os chamados pontos de gatilho (trigger points).
O ajuste quiroprático nas disfunções músculo-esqueléticas faz com que ocorra um alongamento da cápsula articular, através de uma manobra feita diretamente na articulação. O objetivo de tal manobra é restaurar a integridade articular e o bom funcionamento do sistema neuro-músculo-esquelético. Com o ajuste é possível aumentar a flexibilidade articular, corrigir falhas de posicionamento, restaurar a nutrição dos discos intervertebrais, controlar a dor e relaxar a musculatura. Pessoas com dor cervical devem considerar a quiropraxia como um tratamento fundamental para o combate deste mal.


Por Ary Siqueira Alves

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Bico de Papagaio (Osteofitose)

Quem já não ouviu reclamações de pai, tio ou avô dizendo: “o médico falou que eu tenho bico-de-papagaio na coluna.” Então vamos explicar um pouquinho sobre essa degeneração. Os bicos-de-papagaio, ou osteófitos, são pequenas expansões ósseas que surgem nas bordas das vértebras, geralmente na altura dos discos intervertebrais da coluna, e surgem em conseqüência de um processo de artrose.
Convém salientar que a existência do nome ‘bicos-de-papagaio’ para este problema não é causal. O aspecto, nas radiografias, é semelhante ao bico de um papagaio, literalmente.
Há quem defenda que eles apareçam por desidratação do disco intervertebral, por espondilose, por pré-disposição genética, sobrecarga articular (obesidade), por alguma anomalia prévia na articulação (inflamação, trauma, fratura, ligamentos rompidos, etc.) ou simplesmente pela quantidade de impactos aos quais estamos sujeitos desde a infância.
Porém, é preciso deixar bem claro que é, sobretudo, a adoção de posturas incorretas ao longo do tempo que leva ao aparecimento de lesões nas articulações vertebrais. Destas lesões, surge a formação de osteófitos que, após originarem a desidratação do disco intervertebral, aproximam as vértebras e comprimem a raiz nervosa. Por causa destas compressões, então, que as dores associadas aos ‘bicos-de-papagaio’ começam a aparecer.
Os osteófitos começam a fazer sentir-se à medida que o processo normal de envelhecimento vem surgindo, mas alguns sinais anteriores a esse período podem indicar se você vai ser vítima ou não deste problema. Se durante toda a sua vida você não cultivou uma boa postura, não praticou qualquer exercício físico e viveu períodos de estresse intensos, prepare-se! Quanto antes adquirir novos hábitos quotidianos, como a prática de atividades físicas, cuidados acrescidos na alimentação e, é claro, sua regularidade nas consultas com seu Quiropraxista, mais chances de manter-se saudável por longos anos.

Escrito por: Priscila Frietzen - Quiropraxista 

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Quiropraxia na Sociedade de Hoje

FELICIDADE = SAÚDE

Hoje resolvi não falar somente das patologias físicas que a Quiropraxia pode beneficiar um paciente, pois no consultório, além de tratarmos as dores do corpo, temos uma excelente oportunidades de observar o ser humano em todos os seus aspectos.
O que mais tem me chamado atenção ultimamente é a aceleração coletiva que tomou conta da nossa sociedade. Temos que ser ‘os melhores’. Se não estivermos correndo e sem tempo para nada, sentimos que algo não está certo.
Isso tudo faz com que eu me pergunte:
“Estamos correndo do quê?”, “Para onde?” e “Por quê?”
As respostas dessas perguntas nos colocarão frente ao espelho. Estamos fazendo tudo isso para nos sentirmos melhores, para vencer o concorrente ou para termos mais dinheiro e poder? Mas que preço estamos pagando nessa luta? O preço de estarmos longe dos nossos familiares, de não termos mais tempo para cuidar da saúde, de não termos mais tempo de sentar tranqüilamente e conversar com um amigo, um filho, um irmão...
A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas desta tal competitividade. Se nós não estivermos de acordo com as regras, vamos inventar nosso próprio jogo. Façamos o que for necessário para ser feliz. Não vamos nos esquecer que a felicidade é um sentimento simples e podemos encontrá-la e deixá-la ir embora por não percebermos a sua simplicidade.
Falo sobre isso porque vejo todos os dias pessoas doentes, com dores na coluna e tensões musculares causadas por esse comportamento. Falta de contato consigo mesmas e de tempo para viver o que é essencial para a sua saúde e felicidade. É de nossa responsabilidade, como profissionais da saúde, além de aliviar dores e manter a saúde física, trazer essa consciência ao paciente. 

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Escoliose

Você, que costuma reclamar de dores nas costas, saiba que pode estar com escoliose. A escoliose é um desvio da coluna vertebral para a direita ou para esquerda e, diversas vezes, as duas curvaturas são observadas, resultando em um formato de “s”. É um desvio no plano frontal, normalmente acompanhado de uma rotação.
Na infância, a escoliose afeta meninos e meninas. Na fase adolescente, porém, as meninas são 5 a 8 vezes mais afetadas. No entanto, durante a juventude, geralmente, a escoliose não apresenta processos de dor, mas se não for corrigida até a fase adulta, podem sim ocorrer fortes dores nas costas.
Paralelos a coluna vertebral, encontramos vários pares de grupos musculares muito fortes que atuam mantendo a coluna reta e estável. Quando um músculo fica mais tencionado que o seu par, ele acaba puxando a coluna para o seu lado e assim, provocando a escoliose.
Existem diversos motivos que levam alguém a ter uma escoliose. Podem ser vícios posturais, diferença no comprimento das pernas, conseqüência de uma hérnia discal, histéricas (requerendo tratamento psiquiátrico concomitante), inflamatórias, congênitas ou até mesmo, e a grande maioria, idiopáticas, ou seja, sem causa determinante.
O diagnóstico é feito através de avaliação postural, testes clínicos e de radiografias. O tratamento depende do grau em que a escoliose se encontra. 40º sugerem a colocação de um colete utilizado 23h por dia, acima de 60º a indicação é necessariamente cirúrgica, porque já existe compressão de alguns órgãos vitais. Mas graus menores podem ser corrigidos com um bom fisioterapeuta, com RPG ou com Quiropraxia.
Então, se você tem crianças em casa, ou você mesmo na frente do espelho, pode analisar-se. Observe se as pontas das suas orelhas, seus ombros, quadris e joelhos estão alinhados. Se estiver deitado, peça a alguém que junte seus pés e observe se uma perna está muito maior que a outra. Caso alguma destas alterações apareça, consulte imediatamente seu Quiropraxista e faça exames de imagem, o diagnóstico precoce é muito importante para o sucesso do tratamento.
Texto de: Priscila Frietzen

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Quiropraxia: uma maneira inteligente de cuidar da sua saúde e da sua coluna.

A coluna vertebral abriga e protege os nervos que controlam todos os órgãos e estruturas do corpo, por isso problemas de coluna podem afetar a saúde do corpo todo.
Uma vértebra desalinhada pode ser a causa de uma doença à medida que ocasiona uma pressão constante na raiz do nervo espinhal. Este nervo passa a ter mau funcionamento, gerando dor e posteriormente problemas nos órgãos. O sistema nervoso é a chave da vida, controlando todo o corpo, por isso dizemos que uma coluna bem alinhada produz um organismo saudável.
O quiropraxista é habilitado para corrigir os desalinhamentos da coluna, regularizando o fluxo neurológico e restaurando a saúde. Para determinar o tipo de tratamento mais adequado para a solução do problema do paciente são realizados exames físicos, ortopédicos, neurológicos e quiropráticos.
Para realizar os ajustes o quiropraxista utiliza as mãos e conforme a necessidade pode utilizar alguma instrumentação específica.
A quiropraxia é uma profissão amplamente reconhecida nos países desenvolvidos como um método altamente eficiente e natural de cuidar da saúde. Essa ciência já conhecida e utilizada em todo o mundo há mais 100 anos, é nos EUA a segunda profissão na área da saúde mais procurada pelos americanos. É indicada para diferentes situações, como dores em qualquer região da coluna e problemas degenerativos, como hérnia de disco, bico de papagaio e artrose. Também é eficaz no tratamento de dores nas articulações periféricas, como ombros, cotovelos, punhos, mãos, joelhos, tornozelos e pés. O ajustamento articular também pode influenciar em algumas outras disfunções como artrites, cefaléia, labirintites, ciática, cólicas menstruais e infantis, incontinência urinária, insônia, asma, fibromialgia, disfunção da articulação temporo-mandibular etc....

domingo, 18 de setembro de 2011

18.09 Dia do Quiropraxista!!



Há 116 anos a QUIROPRAXIA vem otimizando e potencializando a vida de muitas pessoas. VIVA A QUIROPRAXIA! Potencialize a sua saúde e permita que seu corpo disfrute do maximo em bem estar. PRIORIZE SUA SAÚDE!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Síndrome do Piriforme


Pode acreditar que o nome é tão estranho quanto a dor que esta síndrome proporciona. A Síndrome do Piriforme é uma irritação do nervo ciático, provocada pelo aumento da tensão ou espasmo do músculo piriforme.
O piriforme é um músculo pequeno e profundo, localizado na nádega, sob os glúteos e tem como função a rotação externa da coxa, (que é quando o joelho 'olha para fora'), além de auxiliar na abdução (abertura da coxa). Sua localização vai do sacro (porção final da coluna) até o fêmur (osso da coxa). O nervo ciático  passa debaixo deste músculo, mas em algumas pessoas (10%) ele passa através dele, o que aumenta a predisposição para a síndrome. Se o músculo, por algum motivo, sofrer uma tensão, pode haver compressão do nervo ciático, causando dor e irradiação para as pernas.
O paciente com síndrome do piriforme se queixa de dor profunda e localizada na superfície posterior do quadril. Também pode haver dormência e formigamento em direção às pernas e uma lombalgia indicando o comprometimento do ciático.
A causa mais comum é a tensão e o encurtamento do músculo piriforme. É comum em esportes que requerem corrida, mudança de direção ou descarga de peso excessiva. Corrida em terrenos duros ou irregulares, subir escadas, atividades que exijam muito agachamento e uso de calçados inapropriados para o tipo de pisada ou gastos demais, também podem auxiliar no desenvolvimento da dor.
Ficar sentado por longos períodos, principalmente com a coxa em rotação externa diminui o fluxo sanguíneo para a região do músculo e altera a fisiologia do piriforme (e dos músculos próximos à ele também) provocando o encurtamento. A falta de alongamento irá contribuir para que a musculatura envolvida tencione ainda mais e piore os sintomas.
Se você tem sentido esses sintomas, não se desespere! Procure um médico ou seu quiropraxista para que o diagnóstico seja estabelecido, descartando a possibilidade de outras patologias que têm sintomas parecidos com a Síndrome do Piriforme.
Depois de confirmado o diagnostico, podem ser prescritos medicamentos para auxiliar no alivio da dor e relaxar a musculatura. Massagens, fisioterapia, aplicações de gelo e a regularidade no seu Quiropraxista, auxiliarão na redução da dor e consecutiva melhora do quadro. Portanto, preste atenção ao seu corpo e procure sempre ajuda quando sentir necessidade.
Texto escrito por: Priscila Frietzen